Produtores rurais de várias partes do mundo falam sobre o futuro da agricultura

Figura central do desempenho do cenário agrícola, agricultores de países como Rússia, Ucrânia, Paraguai, Argentina e Brasil são convidados, em campanha institucional, a comentar sua visão sobre os desafios e perspectivas do agronegócio.

Atividade agrícola deve movimentar em todo mundo U$ 13,5 trilhões até 2025 Jacto/Divulgação Tecnologia, qualificação, responsabilidade, eficiência, produtividade, sustentabilidade e compromisso.

Essas são as palavras que conectam produtores rurais em diferentes partes do mundo quando questionados sobre o que pensam a respeito do cenário futuro da atividade agrícola, que deve movimentar em todo mundo U$ 13,5 trilhões até 2025. As falas, colhidas em países como Rússia, Ucrânia, Paraguai, Argentina e Brasil, tem rosto e tem voz: são produtores rurais convidados pela Jacto, empresa de máquinas, equipamentos agrícolas e soluções para agricultura de precisão de Pompeia (SP), e que ilustram a campanha institucional da empresa para o ano de 2020. Com o tema central “Servindo a quem faz o futuro”, serão trabalhados ao longo do ano as mensagens desses próprios agricultores como forma de promover uma reflexão sobre a agricultura no futuro, seus desafios, resultados e sobretudo, compromisso com uma produção sustentável. “A motivação para a campanha é reforçar o protagonismo do produtor e levar à reflexão sobre como a empresa pode servi-lo com inovação e tecnologia para que ele produza mais e melhor.

A preocupação também passa pela necessidade de cuidar dos recursos para se produzir hoje e no futuro, compreendendo os desafios da agricultura moderna e participando das discussões mundiais sobre a produção agrícola sempre ao lado dos seus clientes”, explica Wanderson Tosta, diretor de marketing da Jacto. Segundo o último Anuário Estatístico da FAO (Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação), sete países concentram dois terços do número de pessoas que passam por fome no planeta.

Apesar disso, em boa parte dos países em desenvolvimento, a agricultura continua sendo uma das atividades econômicas mais importantes, compreendendo até 30% do Produto Interno Bruto (PIB).

Grande parte do crescimento futuro da produção de alimentos será proveniente da maior produtividade.

A produtora Elizana Baldissera Paranhos, falando sobre perspectiva do Brasil no agronegócio mundial, comenta justamente a questão da responsabilidade pela demanda mundial de produção de alimentos, mas com foco na sustentabilidade. “Nós temos essa capacidade de ser o grande fornecedor de alimentos do mundo, sendo sustentável, com responsabilidade”, avalia. Produtora Elizana Baldissera Paranhos, do Brasil Jacto/Divulgação A questão das tecnologias nesse cenário é destaque na fala de Vyacheslav Prigodin, agricultor da Rússia. “No futuro vejo as máquinas trabalhando sozinhas no campo, controladas por computadores.

Mas, antes de tudo, a pessoa é quem toma as decisões e sem o ser humano não vai ser possível cultivar”, avalia Prigodin. Vyacheslav Prigodin, agricultor da Rússia Jacto/Divulgação Nesse cenário, a preocupação se estende também às pessoas inseridas na cadeia do agronegócio e a importância da qualificação também aparece na fala dos produtores rurais. “A tecnologia não existia e agora está aqui, nos impulsionando.

Mas, sem as pessoas, não funciona.

Vamos sempre precisar de profissionais e que sejam cada vez mais qualificados”, afirma Mykola Borivskiy, produtor Rural da Ucrânia. Ao longo do ano, a Jacto trará como eixo condutor de suas ações institucionais o tema “Jacto.

Servindo a quem faz o futuro”.

Ele é a inspiração da dinâmica dos trabalhos de comunicação da empresa e estará presente nos materiais de comunicação, site e nas mídias sociais. O propósito da campanha é motivar os trabalhadores do setor, cada um na sua área de atuação, a pensar em melhores formas de trabalhar pensando em como ajudar o outro na construção de um mundo melhor.

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